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sábado, 16 de junho de 2018

A MORTE DO POETA

A MORTE DO POETA - poema de Tarso Correa

A morte para o poeta não é física,
E sim de sentimentos;
Que se apresenta tísica,
Esquelética e ressequida,
Nublando a dor não sentida,
O amor não correspondido;
É viver e não ver,
A cor e seus matizes,
O cinza, suas sombras e cicatrizes;
É não abraçar, não viver e morrer,
É simplesmente se perpetuar em um só momento.

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REFLEXO ATEMPORAL - poema de Tarso Corrêa Sou invisível, algumas vezes; Causo estranheza, repulsa; quase sempre, Mas mesmo que me menos...