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domingo, 22 de novembro de 2015

Obsolescência da vida - poema de Tarso Correa

Obsolescência da vida


Queria rimar cores,
Iluminar pensamentos,
Mas os meus versos,
Boiam na lama da impunidade;
Na morte dos amores,
Dos choros e lamentos.
Queria rasgar os discursos perfeitos mas controversos,
Chorar a nossa nulidade;
Mas tenho a alma cega de tantas lágrimas de sangue e barro;
Com o peito engasgado, juntando os sentimentos doídos me amarro,
Nesta vida de vidas ceifadas,
Bocas caladas.
Por onde caminhas Josés e Marias?
Para onde vamos sem a nossa alegria?

Sem titulos, uma forma de protesto

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